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Supercopa reacende debates sobre violência no futebol e proibição de torcedores fora de casa

Em novembro do ano passado, as eliminatórias da Copa do Mundo entre Brasil e Argentina, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, tinham todas as características de um clássico do futebol internacional. Foi a primeira vez que os dois rivais se enfrentaram desde que a Argentina conquistou seu terceiro título mundial no Catar, e também seria a despedida da estrela mundial Lionel Messi de um dos estádios de futebol mais emblemáticos do mundo.

As grandes expectativas para a partida chegaram ao fundo do poço antes do início do jogo, porém, já que brigas entre torcedores e policiais atrasaram o início da partida. Apesar de ser uma das rivalidades do futebol mais famosas do mundo, as autoridades brasileiras decidiram misturar torcedores de cada país nas arquibancadas.

As brigas transformaram-se em cenas chocantes de violência enquanto a polícia tentava conter a agitação. A seleção argentina deixou o campo em protesto e a partida começou com 30 minutos de atraso.

A vitória da Argentina por um a zero foi ofuscada por prisões, lesões e até mesmo por uma investigação lançada pela FIFA. Enquanto isso, os torcedores e a imprensa esportiva local mergulharam no debate sobre os limites da segurança pública nos estádios de futebol brasileiros, ponderando se a violência estava ligada à presença de torcedores visitantes nos jogos.

Em São Paulo, a maior cidade do Brasil, os torcedores visitantes foram proibidos de assistir aos clássicos de futebol locais desde 2016, após um aumento na violência entre torcedores rivais nos dias de jogos. Mas essa proibição será contornada temporariamente hoje, e há muito interesse em ver se o dia estará livre de violência…



Com informações de Brazilian Report.

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