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Proposta do Brasil de taxar os super-ricos

O Brasil divulgou na semana passada um estudo do economista francês Gabriel Zucman propondo um padrão internacional para taxar bilionários. Este estudo, encomendado pelo governo brasileiro como parte de sua presidência do G20, alinha-se com as indicações anteriores do Brasil de buscar taxar os super-ricos.

Em fevereiro, o ministro das Finanças, Fernando Haddad, disse aos seus colegas em uma reunião do G20 em São Paulo que “ainda precisamos fazer com que os bilionários do mundo paguem sua cota justa de impostos”.

No ano passado, o Tax Observatory, financiado pela União Europeia, pediu uma taxa de 2% sobre a riqueza dos aproximadamente 2.500 bilionários do mundo, projetando que arrecadaria pelo menos US$ 214 bilhões. Esse imposto seria coletado por seus respectivos países de residência. O Sr. Zucman foi um dos autores desse relatório.

A proposta encomendada pelo governo brasileiro é semelhante, sugerindo que indivíduos com mais de US$ 1 bilhão em riqueza paguem um imposto mínimo anual de 2% dessa riqueza. Para o Sr. Zucman, essa abordagem é crucial porque “para indivíduos com patrimônio líquido ultra-alto, a riqueza é mais difícil de manipular do que a renda”. Ele também propôs novos instrumentos para implementar essa ideia.

Em cálculos atualizados, o imposto sobre bilionários arrecadaria USD 200-250 bilhões anualmente de cerca de 3.000 contribuintes ao redor do mundo. Estender o imposto para…



Com informações de Brazilian Report.

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