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Prefeito de São Paulo vai atrás de fornecedora de energia caluniada

O prefeito da maior cidade do Brasil pediu na quarta-feira ao Tribunal de Contas da União, um órgão fiscalizador dos gastos públicos, que revisse os serviços prestados pela Enel, a multinacional italiana responsável pela distribuição de energia em São Paulo – quase três meses depois que tempestades deixaram milhões de pessoas sem eletricidade por vários anos. dias.

A ação do prefeito Ricardo Nunes, que disputa acirradamente a reeleição neste ano, é a primeira mordida depois de uma série de reclamações contra a Enel.

Como O Relatório Brasileiro mostrou, Nunes disse em novembro que havia pedido permissão ao regulador federal de energia do Brasil, Aneel, para cancelar o contrato da cidade com a Enel. No entanto, ele não tomou nenhuma ação oficial para fazê-lo.

A Enel venceu uma licitação pública em 2018 para adquirir a Eletropaulo, extinta estatal de energia elétrica. Na época, a Eletropaulo já estava sob o controle de uma empresa privada, a norte-americana AES, que vendeu sua participação.

Em Novembro passado, depois de fortes chuvas terem atingido a cidade, deixando milhões de pessoas sem energia durante dias e demonstrando quão mal preparado o maior e mais desenvolvido centro urbano do país está para lidar com eventos climáticos extremos, o presidente da Câmara disse que a situação se tornou insustentável.

“A Enel não pode mais ficar aqui em São Paulo. É inaceitável ter um…



Com informações de Brazilian Report.

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