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Lula precisa dar mais atenção às políticas internas

Na semana passada, o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou na Cimeira do G7 em Itália como um dos vários líderes convidados para as chamadas reuniões de divulgação.

Também estiveram presentes os chefes da Argélia, Argentina, Índia, Jordânia, Quénia, Mauritânia, Tunísia, Turquia e Emirados Árabes Unidos.

Organizada pela primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, a reunião anual das democracias mais ricas e consolidadas do mundo contou com uma lista alargada de convidados para além dos membros tradicionais do G7, reflectindo o desejo de alargar o envolvimento da cimeira com os líderes globais.

Talvez inspirado pelo encontro, Lula fez questão de ressaltar que a economia do Brasil poderá voltar a estar entre as seis primeiras do mundo até o final do seu mandato. Atualmente, espera-se que seja a oitava maior economia do mundo este ano.

Lula participou ativamente de discussões sobre diversas questões críticas. Ele enfatizou a importância de enfrentar desafios como as alterações climáticas, a segurança económica, a governação global, o desenvolvimento sustentável e a inteligência artificial.​ Ao contrário do seu antecessor, que nunca pareceu confortável em grandes fóruns internacionais, Lula prospera em tais ambientes.

Esta foi a sua oitava cimeira do G7 e ele apreciou a renovada relevância global do Brasil. “Parece-me que neste primeiro quartel do século XXI, as pessoas estão a perceber que a forma como as coisas foram organizadas após a Segunda Guerra Mundial deixou de funcionar, incluindo…



Com informações de Brazilian Report.

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