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Fortes tempestades espalham caos pela América Latina

Os países latino-americanos enfrentam secas intensas ao longo do ano, causando vários níveis de destruição dependendo de suas condições geográficas, de infraestrutura e ambientais.

No Equador e na Colômbia, que dependem fortemente de energia hidrelétrica, a baixa pluviosidade nos Andes levou a uma mistura tumultuada de torneiras secas e escassez de energia, já que represas e reservatórios de água quase esvaziaram em meados do ano.

Mais ao norte, no México, 90% do país sofria com escassez de água em meados de junho, com a onda de calor simultânea causando 125 mortes e matando dezenas de animais.

No Chile, embora os incêndios devastadores que mataram 137 pessoas e queimaram 40.000 hectares tenham sido causados ​​por incêndios criminosos, as condições secas e as altas temperaturas certamente ajudaram as chamas a se espalharem.

O impacto dessas condições remonta a 2023, quando a crise econômica da Argentina se aprofundou devido à perda de uma parcela significativa de sua colheita em meio a secas recordes.

O Banco Mundial destaca a escala do problema, observando que a América Latina tem “150 milhões de pessoas vivendo em áreas com escassez de água, onde as secas são comuns, apesar de serem abençoadas com abundantes recursos hídricos”.

O fenômeno El Niño, que traz fortes tempestades ao Peru, mas causa secas em muitas outras partes do continente, agravou a situação, agravada pela atual crise climática.

No entanto, os padrões climáticos estão mudando, e especialistas alertam para novos problemas nos próximos meses, com inundações e tempestades se tornando os principais…



Com informações de Brazilian Report.

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