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Brasil lamenta morte de artista venezuelano morto no Amazonas

O governo brasileiro lamentou o brutal assassinato de Julieta Hernández, uma artista de circo venezuelana e turista de bicicleta de 38 anos. Ela foi abusada sexualmente e morta na cidade de Presidente Figueiredo, um popular destino turístico no estado do Amazonas.

A senhora Hernández desapareceu em 23 de dezembro depois de descansar em um abrigo em uma área florestal da cidade. Segundo as autoridades, ela foi estuprada e roubada por um homem local, cuja esposa tentou queimar viva a vítima e o estuprador num ato de raiva.

Seu corpo foi encontrado no dia 6 de janeiro, enterrado em uma cova rasa, pouco antes de uma testemunha relatar ter visto partes da bicicleta da vítima descartadas perto da cena do crime. A polícia prendeu o casal, que confessou o crime. Eles enfrentam acusações de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Na segunda-feira, a Fundação Nacional de Artes do Brasil (Funarte) lamentou a morte em comunicado oficial, dizendo por meio de sua presidente, Maria Marighella, que Hernández “será sempre lembrada” por seu papel artístico e sua “preocupação com a desigualdade de gênero, sua inspiração busca por justiça.” A fundação lembrou que Dona Hernández mora no Brasil desde 2015 e participa de diversos coletivos artísticos e ciclísticos.

O parlamentar de esquerda Guilherme Boulos, que concorrerá à prefeitura de São Paulo em 2024, tuitou uma foto de Hernández e disse que a artista “leva alegria por onde passava de bicicleta e foi mais uma vítima de feminicídio em nosso país”. .” Vários artistas e ativistas brasileiros também usaram seus canais de mídia social para exigir justiça e respeito às mulheres.



Com informações de Brazilian Report.

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