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A corrida para surfar na nova regulamentação da lei comercial do Brasil

A nova regulamentação da lei comercial do Brasil pode desbloquear um mercado de R$ 15 trilhões

Esta semana, a iDEXO, braço de capital de risco corporativo de um dos principais fornecedores de software de gestão e ERP para grandes empresas do Brasil, a Totvs, anunciou um investimento não divulgado na Payhop, uma fintech especializada em ajudar os comerciantes a usar seus recebíveis de cartão de crédito como garantia para empréstimos e pagamentos a fornecedores.

Por que isso importa. Por trás do acordo, que avalia a Payhop em R$ 50 milhões (US$ 10,1 milhões), está uma corrida para navegar pelas novas regulamentações do Banco Central e do Conselho Monetário Nacional (CMN) que visam criar um novo sistema eletrônico e integrado de duplicatas comerciais em o país, com potencial para gerar até 15 biliões de reais (3 biliões de dólares) anualmente e desbloquear crédito mais barato para as empresas.

Situação atual. Seguindo o mesmo roteiro da abertura do mercado de recebíveis de cartões, o Banco Central lançou pela primeira vez as bases para a padronização e interoperabilidade dos players do setor de duplicatas em 2020, após uma nova lei de 2018. Em agosto do ano passado, a autoridade monetária detalhou algumas dessas regras e estabeleceu prazos para as partes interessadas se adaptarem.

Como vai funcionar. Os chamados escrituradores ou escrituradores, estruturas financeiras autorizadas pelo Banco Central a registrar diversos tipos de ativos, serão os responsáveis ​​pela emissão das segundas vias eletrônicas. Alguns deles são os mesmos que atuam no ambiente de recebíveis de cartões, mas outros players têm interesse em ingressar nesse novo mercado.

  • No primeiro grupo estão os dois registradores mais antigos do Brasil — CERC e Nuclea — centro de registro de direitos creditórios da associação comercial de São Paulo (CRDC),…



Com informações de Brazilian Report.

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